
Foto retirada da Internet
Baptista Bastos, jornalista e escritor, manifestou, no passado dia 8, a sua preocupação e revolta com a situação dos jornalistas d’O Primeiro de Janeiro. Num extenso artigo publicado no Jornal de Negócios, que pode ser lido AQUI, Baptista Bastos demonstra a sua elevada dimensão humana. Uma dimensão intrínseca à palavra “camarada”, que tantos temem pronunciar por mero preconceito.
O homem que eu sempre admirei e que tive a felicidade de conhecer pouco tempo depois do encerramento d’O Comércio do Porto não adormeceu à sombra da sua reputação como escritor e jornalista.
Baptista Bastos é um caso raro de consciência sobre o estado a que chegou o Jornalismo em Portugal e utiliza a exposição mediática e credibilidade que tem para denunciar o que se passa. Seria bom que tantos outros jornalistas seguissem o exemplo de Baptista Bastos e descessem do pedestal para defenderem a sua classe…
Não foi por acaso que Baptista Bastos se deu ao trabalho de, através de um simpático email que me enviou há algumas semanas, manifestar a sua total concordância com um texto que AQUI escrevi sobre a degradação do jornalismo no nosso País.
Baptista Bastos é um exemplo para os jovens jornalistas e, também, para os outros…